CodeIgniter: Autocomplete no NetBeans

Desenvolver um projeto no CodeIgniter, com tantas bibliotecas e helpers que o framework oferece e com tantas outras classes próprias e/ou de terceiros sem o recurso de autocomplete que os editores e IDEs atuais oferecem é uma insanidade. É muito difícil saber/lembrar todos os métodos de uma determinada classe, o que recebem como parâmetro e o que retornam.

Desenvolvo meus projetos no NetBeans, e apesar dele fornecer uma gama enorme de sugestões de autocomplete de código para as funções nativas do PHP e até de alguns frameworks, para o CI temos que configurar esse recurso manualmente.

Continue lendo

Entendendo as Interfaces

Nos diversos projetos em php que já me envolvi e naqueles que ainda me envolvo, percebo que as Interfaces, que é algo muito importante do Paradigma de Orientação à Objetos, são muito pouco utilizadas e/ou na maioria das vezes, NÃO utilizadas. Diversos programadores não dão a mínima para as interfaces. Alguns a julgam desnecessárias, outros pouco importante mas no geral acredito que essa subutilização se dá devido ao não conhecimento de suas características e de sua concepção.

Por isso que estou aqui escrevendo esse post. Para tentar explicar a vocês leitores o que é uma Interface, para que serve, como implementar/utilizar e quais são as vantagens que ela traz.

Continue lendo

CodeIgniter – Models (Parte II)

No primeiro post sobre a implementação de Models no CodeIgniter eu mostrei como configurar uma conexão da aplicação em CI com um banco de dados. Mostrei também todos os passos desde a criação do Controller e do formulário na View para se criar uma estrutura para se inserir um registro no BD.

Hoje vou continuar abordando os Models no CI e outras possibilidades que o framework oferece no quesito acesso ao banco de dados. Antes de começar recomendo a leitura do post CodeIgniter – Models (Parte I) para aqueles que ainda não o fizeram.

Continue lendo

Segurança em Transações Eletrônicas

Desde inícios dos anos 70 que as empresas começaram a adotar o comércio eletrônico. Durante essa década, os mercados financeiros assistiram às primeiras mudanças resultantes da introdução de uma das mais elementares formas de comércio eletrônico – o serviço EFT (Electronic Funds Transfer) – que consistia na realização de transferências eletrônicas de fundos entre bancos, que funcionavam com a segurança das redes privadas. Com a utilização deste serviço, conseguiu-se otimizar os pagamentos eletrônicos através da troca eletrônica de informação entre as instituições financeiras.

Entre os anos 70 e inícios dos anos 80, o comércio eletrônico difundiu-se pelas empresas na forma de mensagens eletrônicas por meio do EDI e do correio eletrônico, sendo a principal diferença entre ambos o fato do EDI se tratar da transferências de dados estruturados (transferência de informação “de aplicação para aplicação”), enquanto que o correio eletrônico se relaciona com a transferência de dados não estruturados (transferência de informação “de pessoa para pessoa”).

Continue lendo